Georges Seurat nasceu em 2 de dezembro de 1859 em Paris, numa família burguesa, tendo acesso aos seus estudos na escola Municipal de Desenho de Paris (1875) e na Escola de Belas artes de Paris (1978). Chegou a servir ao exército em 1879 e morreu bem jovem, aos 31 anos de idade (1891), provavelmente de difteria.
Sob influência impressionista dedicou-se à técnica do divisionismo, também chamado de pontilhismo, que consistia em separar as cores em pequenos pontos, causando a impressão de misturá-las quando vistas de longe. Desta forma, nossos olhos conseguiriam fazer o trabalhar de "ler" a imagem. Georges Seurat pode ser considerado o precursor desta técnica - o pontilhismo - iniciando o movimento neoimpressionista. Se ampliarmos uma foto em nosso computador, também teremos uma impressão aproximada da técnica, não?
Para saber mais sobre a técnica, indico o site História das Artes (clique aqui) que explica de forma bem ilustrada e didática.
Não sou entendida de técnicas de arte, por isso não pretendo me aprofundar no assunto e sim, apresentar o pintor a vocês. Se sobre a vida não temos tantas informações quanto gostaríamos, suas obras ficam como o resultado de seu trabalho.
Segue abaixo algumas de suas obras:
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| Tarde de Domingo na Ilha de Grand Jatte - Instituto de Artes de Chicago (Estados Unidos) |
Segundo o site História das Artes (clique aqui para saber mais) seguem algumas curiosidades:
"Na época de Seurat, a Grande Jatte era uma área de lazer bastante frequentada por pessoas de diferentes grupos sociais, que vinham de Paris em barcos a vapor passar as tardes de domingo.
Era, também, um conhecido local de prostituição.
(...)
Antes de pintar a tela, Seurat realizou cerca de 23 esboços e 38 telas preliminares.
Durante seis meses, foi todos os dias à Ilha, pintando a paisagem nos dias de menor movimento e as figuras humanas nos fins de semana e feriados.
Encontramos na obra 48 pessoas, 8 barcos, 3 cães e 1 macaco.
O macaco sempre foi um animal de interesse para Seurat, estando presente em alguns dos seus esboços. Na obra destacam-se algumas figuras:
A jovem com uma sombrinha: figura imponente, traz um macaco preso por uma coleira – era comum pessoas abastadas possuírem macacos como animais de estimação, mas não levá-los a passear em locais públicos.
A mulher que está pescando: a ilha era um local conhecido de prostituição. Como a prática era proibida, algumas mulheres fingiam atividade menos suspeitas, como a pesca.
Não se sabe ao certo se esta mulher representaria uma prostituta, mas a associação é feita por inúmeros críticos de arte.
A menina de branco: é a única personagem da obra Uma Tarde de Domingo na Ilha de La Grande Jatte a olhar diretamente para o observador, e também o único elemento do quadro que não está coberto pela técnica pontilhista.
(...)
A obra não foi bem acolhida em França, foi comprada por um rico empresário norte americano que a ofereceu à filha.
Durante anos os franceses tentaram recuperar o quadro que se encontra na posse do Instituto de Arte de Chicago, Estados Unidos."
Se quiserem saber mais sobre Georges Seurat e suas obras clique aqui!
Fonte: Wikipedia e Site História das Artes

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